30 de outubro de 2009

prometo

Meu anjo, hoje foi um dos dias mais difíceis para mim, e talvez para você também. Vê-la implorando para que não houvesse briga, e depois receber o telefonema da escola dizendo que você estava com febre foi de partir em um milhão de pedaços o meu coração. Eu não quero que vc sofra, meu docinho. Eu vou te poupar de tudo isto, prometo.

24 de outubro de 2009

Minha Sininho vai fazer 2 anos



Como o tempo voa!

19 de outubro de 2009

minha borboleta

Você é de longe a parte mais bonita de mim. Eu tenho muito orgulho de ser sua mãe e já te falei isto diversas vezes, eu sei, mas não me canso de repetir. Ontem tivemos um dia tão gostoso que eu poderia classificá-lo como um dos melhores de minha vida. Passamos a tarde envolvidas uma com a outra, curtindo uma a outra e isso é o melhor da minha vida, é o que me devolve as energias para recomeçar a semana. Fomos na chácara do vovô Ni. Estavam todos lá e vc fez questão de ficar perto de mim. Demos muita risada juntas, e fizemos dos mais chatos afazeres, uma brincadeira gostosa. Vc me ajudou a varrer a sala, e a lavar o pano que passei no chão... E claro que pra isso vc entrou no tanque e se divertiu muito. Quero muito poder curtir estes momentos em que te tenho tão próxima, meu amor. Porque sei que um dia você vai ter que voar, minha borboleta.

17 de outubro de 2009

do desencontro ao encontro

Ainda me lembro direitinho da sua primeira ida a pediatra. A primeira de muitos que visitamos até acertar com a Dra Meg. Você era ainda um toquinho, filha e eu e seu pai fomos levá-la para ser examinhada. A médica era muito esquisita e a primeira coisa que fez foi tirar seu body e me acusar que eu estava agasalhando você demais. Passada a primeira crítica, veio a segunda... Tire seu peito pra fora, ela disse. E então começou a apertar meu seio com tanta força que eu saí de lá com ele vermelho e dolorido. Segundo ela era assim que eu tinha que fazer para que o leite viesse e a consulta acabou. Ela estava com muita pressa e sem paciência nenhuma com uma mãe de primeira viagem, cheia de dúvidas e inseguranças. Sinceramente, me decepcionei e saí de lá com uma única certeza, a de que eu jamais voltaria.
Dei início a minha busca incessante por pediatra. Me recomendaram o dr. Adel. Primeira consulta, consultório lotado, muitas crianças, mães, bebes e você ali, inquieta. Depois de 1 hora e meia fomos atendidas. A consulta não durou 10 minutos (e olha que era a primeira). O dr se recusou a me dar seu celular e me despachou rapidamente da sala dele. Mais um que eu não voltaria.
Fomos pra Pinda, na casa de sua avó e lá eu conheci o dr. Alberico, que era um encanto e logo me disse que o correto era por vc para mamar 15 minutos em cada seio e se a fome persistisse, que eu lhe oferecesse a mamadeira, e foi assim os nossos dias. Sem tanta dor, vc não chorava mais de fome. Foi ele também quem me ajudou muito no período de suas cólicas e me atendia a qualquer hora do dia ou da noite. Pobre homem, foi tão perturbado por mim. Mas estava chegando ao fim nossa estada em Pinda e eu precisava voltar pra casa e lhe arrumar um pediatra aqui. Já pensou se cada vez que eu tivesse um problema, tivesse que percorrer 100km. Não seria nada prático. Até que um dia, me falaram da Dr. Margareth e eu fui conferir. Filha, não foi fácil esperar tanto tempo. Muitas crianças berrando, você irritada e nós esperando há mais de uma hora. Depois de duas horas, ela nos atendeu. Uma pessoa simples, delicada e amorosa ao extremo. Sua compreensão me conquistou. Ali eu fiquei por mais de uma hora, e pelo que via, ela ficaria mais duas se fosse preciso. Ela me tranquilizou, tirou todas minhas dúvidas, foi amiga, mãe, conselheira e médica sua também, rsss.
Neste dia, senti uma felicidade enorme, me senti realmente premiada. Saí de lá exausta de esperar mas com a certeza que todos os meses eu repetiria esta espera.

1 de outubro de 2009

Filha, vc nos surpreende a cada dia. Com seus 22 meses e meio, quase 23, vc já fala de tudo, entende tudo e até argumenta. Meu Deus, tem hora que dá um trabalhão te explicar o porque de não poder levar o carrinho pra escola; ou então o motivo de não poder comer só chocolate quando se está com fome.